Poema – Por Guerra Junqueiro

Pegai numa ampulheta enormíssima, enchei-aDe séculos sem fim; séculos são areia,O tempo é o areal.Depois, para medir o infinito profundo,Deus com a própria mão lança-lhe dentro um mundo,Sonda descomunal.Durante a eternidade infinita que amedronta,Cairão da ampulheta os séculos sem contaNos abismos fatais,Que esse mundo a tombar como um grande aerólitoNunca, nunca achará o fundo do … Continue lendo Poema – Por Guerra Junqueiro

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Além do meio em que nascemos: crítica e independência – Por Javier Alberto Prendes Morejón

Além do meio em que nascemos: a busca pela mais alta doutrina Independentemente da raça ou povo em que nascemos, seja ela ou ele considerado superior ou não, não devemos, por esse simples fato - que parece-nos fortuito e acidental, fugidio em absoluto à nossa escolha -, assumir sua eventual religião ou religiões, e correlativas … Continue lendo Além do meio em que nascemos: crítica e independência – Por Javier Alberto Prendes Morejón

De Profecia e Inquisição (Defesa do livro intitulado QUINTO IMPÉRIO) – Por Padre António Vieira

Defesa do livro intitulado QUINTO IMPÉRIO, que é a apologia do livro CLAVIS PROPHETARUM, e respostas das proposições censuradas pelos senhores inquisidores: dadas pelo Padre Antônio Vieira, estando recluso nos cárceres do Santo Ofício de Coimbra. Sendo ontem chamado à mesa, me foi dito que estavam nela os senhores inquisidores para sentenciarem a minha causa, … Continue lendo De Profecia e Inquisição (Defesa do livro intitulado QUINTO IMPÉRIO) – Por Padre António Vieira

La Canción de Tilopa – Por Tilopa (yogui poeta)

(Esta es la Canción del yoga del Gran Símbolo que el excepcional maestro indio Tilopa entregó a su discípulo Naropa a orillas de Ganges, según la versión de Simón Mundy y Ramiro Calle.) Mahamudra está más allá de las palabras, Mahamudra está más allá de todos los símbolos, pero para ti, Naropa, de tan buena … Continue lendo La Canción de Tilopa – Por Tilopa (yogui poeta)

Minha breve história no Esoterismo – os Encantos e Desencantos – Por Javier Alberto Prendes Morejón

Parte I – Do Choy Lai Fut ao Hatha Yoga Em decorrência de ter-me afastado das práticas de Kung Fu, em certa academia de São Paulo, donde se ensinava o estilo Choy Lai Fut, por conta sobretudo de uma desavença com o Sifu (Mestre), além de algumas outras considerações, tais como o fato dali nada … Continue lendo Minha breve história no Esoterismo – os Encantos e Desencantos – Por Javier Alberto Prendes Morejón

Crítica ao materialismo e aos sistemas políticos contemporâneos – Por Javier Alberto Prendes Morejón

I Da mesma forma que um indivíduo avesso ao dogmatismo das religiões de massa se torna ateu, em razão dessa aversão ou revolta contra a tirania e a ignorância do clero, da mesma forma um indivíduo se rebela contra o capitalismo ou a democracia fajuta e sovina, perdulária, usurária, oligopolista, fazendo-se assim, em consequência, socialista … Continue lendo Crítica ao materialismo e aos sistemas políticos contemporâneos – Por Javier Alberto Prendes Morejón

A questão importante da vinda do Instrutor – Por Henrique José de Souza

Dhâranâ nº 4 - Abril de 1926 Embora a tolerância e respeito que Dhâranâ vem pregando e praticando desde o início da missão espinhosa que lhe foi confiada, não pode, de modo algum, assistir impávida e de braços cruzados, a luta inglória que se vem travando no mundo Espiritualista, devido à questão momentosa da Vinda … Continue lendo A questão importante da vinda do Instrutor – Por Henrique José de Souza

Os Dez Deveres ou Mandamentos do Manu e Preceitos Buddhistas do Pratimoksha Sutra

Dhâranâ nº 4 - Abril de 1926 ---------------------------------------------------- Os Dez Deveres ou Mandamentos do Manu 1º – Paciência. Contentamento. 2º – Perdão. Corresponder ao mal com o bem. 3º – Moderação. Expandir os sentidos com a maior temperança. 4º – Abster-se de ser ambicioso. 5º – Purificação da alma e do corpo. 6º – Fiscalização … Continue lendo Os Dez Deveres ou Mandamentos do Manu e Preceitos Buddhistas do Pratimoksha Sutra

Sentenças de Helena Petrovna Blavatsky

Disse H. P. Blavatsky: “Vida casta, mente livre e despreconceituada, coração puro, intelecto sequioso de conhecimentos, percepção espiritual lúcida, fraternal carinho para toda a humanidade, boa disposição para receber e transmitir conselhos e instruções, boa resignação e ânimo nos sofrimentos da injustiça pessoal que nos possa afetar, firmeza inabalável de princípios, valorosa defesa dos que … Continue lendo Sentenças de Helena Petrovna Blavatsky